quarta-feira, 24 de agosto de 2011

rip

Paz às suas fibras ressequidas, que descansem em paz num aterro qualquer. Não vou passar mais vergonhas. No verão aceita-se ventilação suplementar mas com tantos buracos já tenho aquela sensação de correr com sandálias...!!

É verdade que gastei 140 euros nelas; é também verdade que as vi nos saldos seguintes a menos de 100 (#$&#$&#/!); por outro lado, não voltei a ter bolhas de vários centímetros nos pés; e acolchoaram-me o passo por mais de 1200km, uma maratona, 2trails,... 11centimos/km, parece-me um valor aceitável.

Há 200km kitei-as com umas palmilhas mas todos sabemos como o seu envelhecimento é geneticamente programado, nada podemos fazer para o travar. Hoje termina a sua carreira...

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Pizza e nutela?

Este tipo é que a sabe toda! :)

de volta aos treinos!

A ressonância magnética mostrou que o ligamento peróneo-astragalino anterior não estava assim tão ‘astragado: boas notícias! Logo, por conselho/permissão do Ortopedista, estou de volta aos treinos!! 3Kg e 7 semanas de inactividade depois (se excluirmos  algumas ligações casa-emprego-casa em bicicleta) e eis-me novamente nas marginais de Matosinhos e Gaia (em ritmo brando...)

Falta um mês para a meia do Porto e mais de dois meses para o K42 pelo que tenho obrigatoriamente de dar volume ao treino… correr, correr…. kms+kms+kms+kms….!!!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Há um mês que não corro... os sintomas de abstinência (neste caso forçada) são mais que evidentes e o desespero cresce. Em vez de me atirar da ponte (e são várias as opções, sobre o Douro!) estou a ponderar treinos regulares na bicicleta, esse objecto que resgatei do fundo da garagem neste fim de semana...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Axtrail #02Serie


Quanto a sábado à noite: a prova começou às 21h15 e às 23 já estava a fazer um RX ao meu tornozelo direito, bem inchado, no hospital de Tomar. Apesar de não ter concluido a prova, ainda me diverti bastante serra acima, por caminhos pedregosos de cabras - literalmente!
As fitas reflectoras ficaram mais visíveis quando a luz do sol finalmente se extinguiu e se ligaram os frontais, nas cabeças mais ou menos iluminadas dos trailers notívagos.  Lá em cima, junto aos geradores eólicos, a vista nocturna sobre Alvaiazere era magnífica! Às luzes das ruas da vila juntavam-se as da Feira Agrícola, Florestal, Industrial e ...bom, abreviando : FAFIPA


Transpostas as dificuldades da subida do tal de 'Maciço Calcário de Sicó', a 100m do primeiro abastecimento e já na descida do lado oposto do monte, começo a ver flashes à distância: era o momento de me preparar psicologicamente para honrar os patrocinadores com a foto sorridente da praxe; Tanto me concentrei na tarefa que me esqueci de ver onde calcava e torci o pé direito...  Foi a minha primeira desistência em provas de trail... Nem as massagens da assistente do INEM à extremidade do membro direito com pomada anti-inflamatória compensaram os kms que não pude fazer. E estava a saber-me tão bem....

Enquanto arrumava os ténis no Domingo (por umas 5 semanas, ortopedista dixit...), reparei que as solas ainda cheiravam a tomilho(!!). As ervas aromáticas encontram nestas encostas condições adversas mas com que lidam bem, desenvolvendo um odor mais intenso (so I've been told :)).


Correr na serra é de um prazer indiscritível por todas as razões! Resta-me aguardar pelo regresso aos treinos após a convalescença...

    +Fotos

quinta-feira, 2 de junho de 2011

equipamento nocturno


A preguiça está instalada. Mas a prova nocturna do Axtrail está aí, há que reunir material e vontade de treinar. Ontem à noite fui até à praia testar o 'hat mount' da lanterna, que em tempos já foi um 'helmet mount'!! :)


Na verdade evitei comprar um frontal para a corrida porque decidi  converter uma lanterna LED que já tinha do BTT. Para tal bastou trocar o suporte com abraçadeira para guiador pelo suporte de capacete.  Furei a pála do boné de trail de 5eur da decathlon e passei o velcro do novo suporte. Com um cabo mais longo, a bateria pode ir no cinturão onde levo o cantil!

Se desistir da prática do trail posso sempre dedicar-me à caça nocturna de animais de grande porte ou à actividade de faroleiro :) :) É muito lumen para uma lanterna só! :)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Corrida da Geira / IV Ultra Trail Via Nova Geira Romana

Um bom evento nasce invariavelmente de um grande sonho. Na tarde do sábado anterior ao Ultra Trail da Geira, na caminhada que fizemos a verificar as fitas do último troço, José Ribeiro falava de um que tem muito presente: sonha organizar uma prova numa praia a norte, em noite de maré baixa, com gente que segure archotes a cada quilómetro e assim ilumine a passagem. Uma corrida singular que fique bem marcada na mente de quem adora correr. José falava-nos do topo das suas pernas elásticas enquanto confessava somar nelas já 50 anos de corridas, primeiro com os irmãos, depois como atleta federado e hoje em dia como organizador, animador e até imperador (!?) de provas de Trail :)

Subíamos a passo rápido a encosta pelo trilho de S.Gens, junto a Caldelas. Verificava as fitas, lembrava-se das que colocara aqui ou ali e já lá não estavam e falava da preocupação para que tudo estivesse bem marcado, não havendo hesitação para quem corre. Abordou uma senhora que trabalhava num socalco abaixo do caminho e lhe tinha dado um saco de laranjas na semana passada. Depois outra, da parte de cima, para colocar fita no muro e lhe explicar que correria por ali muita gente no dia seguinte. Nem sempre as fitas ficam onde são postas, são vários dias para as colocar e não é raro serem reaproveitadas por um agricultor mais precavido para espantar pardais numa plantação próxima. Daí que o contacto com os locais seja vantajoso para as duas partes: uns ficam agradados pelos dois dedos de conversa, os outros garantem que as fitas não mudam de local antes da prova :)

Continuámos. Enquanto subíamos a encosta, crescia o meu arrependimento: José explicava como a Via Nova, a.k.a. Geira Romana, percorria as encostas da serra de Sta. Isabel sensivelmente à mesma cota, pelo que a altimetria do ultra trail não seria obstáculo. Por isso me questionava "que treta de ideia a minha, ter feito a inscrição na corrida dos (apenas) 15km em vez dos magníficos 43…??!!"


Fruto de uma iniciativa público-romanó-privada dos idos anos 80 do século I d.C., a 'via' por onde iríamos correr no dia seguinte era a que ligava Asturica Augusta a Bracara Augusta, actuais Astorga e Braga, por 215 milhas de matas e terras de pasto, servindo a actividade comercial, a extracção mineira em Espanha e a deslocação dos exércitos do império.

Os marcos miliários de granito marcavam as milhas, de 1000 em 1000 passos (1485 metros, mais sandália menos sandália),e indicavam a distância à cidade de origem. Ainda por lá se encontram, maiores os mais antigos, com inscrições à altura de visão de quem viaja(va) a cavalo ou em carro de bois.

Nos tempos de hoje a floresta não é tão cerrada mas passagens como a da mata da Albergaria ou aquela junto à albufeira de Vilarinho das furnas proporcionam uma experiência única a quem a decide percorrer!
Descemos novamente a Caldelas, José Ribeiro tinha de ir a Braga buscar vestes romanas e voltar a tempo do briefing, pelas 19h30. Enquanto isso, o 'general' José Moutinho molhava as 'sandálias' na ribeira a espalhar as fitas no húmido troço final. Recolhi o peitoral, fomos fazer o check in no alojamento e voltámos às piscinas para ouvir o imperador em trajes de soldado sobre todos os pormenores do dia seguinte.

E que dia seguinte!! Nem vale a pena descrever, as palavras não seriam suficiente dignas, ficam algumas fotos e muita vontade de correr a longa em 2012:



Link para slideshow ; Fotos: Ruben Huertas Otero; Sérgio Miranda  ;
Via Nova Geira Romana na Wikipedia

Garmin<Corrida da Geira - a minha prova

Agradecimento: à Confraria Trotamontes e ao .COM, Grão-mestre e ex-monge José Moutinho, José Carlos Pires e José Ribeiro, de parabéns pela estupenda organização. Enquadramento histórico, transportes, abastecimentos, assistência e almoço -tudo com excelente nível e sem falhas- proporcionaram um óptimo fim de semana para os atletas e acompanhantes na região do Gerês!

Website: http://www.pontocom.pt/actividades/2011UltraTrailGeira/index.php

terça-feira, 10 de maio de 2011

1º Trail do Castelo de Abrantes

A primeira edição de qualquer evento implica sempre 'arestas a limar'. Este Trail não foi excepção. Mas vou tentar lembrar-me apenas dos aspectos positivos porque os negativos já foram debatidos e serão decerto corrigidos em 2012. O esforço e coragem dos membros do COA para se lançarem em Abrantes nesta organização numa modalidade ainda tão pouco divulgada devem ser admirados!
Tudo a que tivémos direito:


Logo para começar o pelotão precipitou-se numa descida para, só passados uns bons 300m, alguém na cauda se aperceber de que todos os atletas haviam falhado a viragem…!! Alguns gritos e assobios depois, começaram a cavalgar na direcção oposta e retomaram o trilho certo. Nada que seja inédito neste tipo de provas, a não ser o facto de ter ocorrido logo na PRIMEIRA viragem!:) Os troços iniciais da prova ficaram-me gravados por dois motivos: muita pedra solta e roliça, o que acrescentava emoção nas subidas mas sobretudo nas descidas(!) e um aroma forte a todas as ervas aromáticas que compõem a vegetação nesta época do ano..!

Numa das passagens em viadutos sob a A23, houve oportunidade de refrescar os pés (outras opções: 'até ao joelho', 'até à cintura' ou 'corpo todo' também estavam disponíveis, conforme a trajectória escolhida dentro da ribeira ). No briefing inicial já tinham dado a dica: "ao saltar para a ribeira, à saída do túnel, façam-no para a esquerda, porque à direita ficarão imersos até à cintura". E era mesmo assim. Mesmo com a água pouco turva e boa visibilidade, muitos foram os que, com as ganas de correr, trocaram a esquerda pela direita e refrigeraram tudo a que tinham direito, para não falar dos que tropeçavam nas pedras do leito…!! Sorte que nada choveu nos dias anteriores, senão a única opção disponível seria 'até ao pescoço'!). Pés ensopados e algumas pedras nas sapatilhas, lá se retomou o sobe e desce nas encostas de pedra solta.

Já em Alferrarede, a organização assegurou a passagem no interior de uma quinta, hoje em dia dedicada à produção de Azeite, e cujas casas, estábulos e armazéns de fachadas impecavelmente conservadas mantêm a arquitectura tradicional desta região e em tudo semelhante às que se encontram no Alto Alentejo. Muitos pontos para esta passagem!

O primeiro abastecimento sólido, aos 23kms, estava munido de fruta como eu gosto. Laranjas aos quartos e bananas cortadas fazem maravilhas para confortar o estômago para mais uns quilómetros. O troço seguinte foi plano, em direcção ao Tejo e ao 'Aquapolis', a zona fluvial de Abrantes. A alegria e agitação do pessoal da canoagem (era dia de campeonato nacional), contrastava com a pouca energia que eu levava nas pernas… e ainda faltava a diabólica subida ao castelo...

A organização tinha preparado a pior das 'paredes' para que trepássemos à fortaleza… Conheço três ou quatro caminhos para subir mas o trajecto escolhido fez uso da encosta mais íngreme, frente à escola preparatória (lá estudei 2 anos, era pequeno). Não se colocou pé em nada semelhante a uma vereda ou caminho, tudo era trilho inventado, erva cortada/acamada e umas fitas dispersas pelo mato seco daquela encosta...


Já no interior das muralhas, à sombra de um gigantesco plátano, estava montado o segundo abastecimento. Não houve muito tempo para ver as vistas nem oportunidade de subir à torre de menagem porque era tempo de sair e cruzar as ruas da cidade. Nesta fase seguia a par com outro atleta, José Gabriel, íamos na conversa quando reparámos noutro atleta à beira de uma carrinha de venda ambulante. Estava a comprar….bolos?!! Radiante, de saco de plástico na mão, soltou um sorridente "quem vai para o mar avia-se em terra!" e seguiu atrás de nós no seu ritmo. Ali naquele momento tive pena de não levar dinheiro porque me estava mesmo a apetecer uma boa tigelada!!!  :)

Rumávamos novamente ao Tejo, desta vez para um valente sobe e desce na encosta com vista para o rio e para o açude insuflável. Existiam por ali mais marcações, algumas fitas a demarcar um percurso de btt downhill, o que só confirmava o que as minhas pernas já sabiam: as subidas eram mesmo agressivas… 

Ao lado do complexo desportivo, junto às piscinas, estava montado o último abastecimento. O banho e o almoço eram ali mesmo mas nem todos o sabiam e os 3 /4km que faltavam eram para cumprir! Pouco mais à frente, abaixo do quartel do exército, vejo alguém deitado numa clareira ao lado do trilho. Perguntei; não era lesão, deve ter sido um desejo súbito de uma sesta! Os quilómetros já pesavam… Logo a seguir pisava-se novamente o alcatrão e lá estava a segunda indicação mais desejada do dia: ULTIMO KM  Era uma recta na direcção do parque urbano que eu tinha abandonado faziam já 4h30!… 

No parque fomos presenteados com mais uns ziguezagues no passadiço de madeira e pela imposição de contornar o lago artificial, o castigo ainda não tinha acabado(?) Só ecoava uma voz pelo parque, a de uma atleta cheia de força que incentivava os que iam chegando. E lá cheguei à meta, sem medalha nem aplausos mas contente por ter terminado e mais ainda por ir almoçar… isto do Trail abre bem o apetite!

Alguns pormenores:

Pormenor da passagem por BAIXO da A23 na encosta do vale de Rio de Moinhos


Pormenor da partida (com engano colectivo na primeira viragem!)e chegada ao Parque Urbano de S.Lourenço



Ultima hora: Videos partilhados pelo atleta Jorge Serrazina no FB do COA



sexta-feira, 6 de maio de 2011

treinos



Trabalho agora 'na' Perafita e passo obrigatoriamente mais tempo na margem norte do Douro. Logo, obrigatoriamente, enfrento o transito das 18h de volta a Gaia. Ou então não!!

Se há praia de Leça a Angeiras e um passadiço de madeira a perder de vista por cima das dunas, vou passar a treinar por ali sempre que não tenha compromissos pós-tauromáquicos...!

Podia ficar numa esplanada a sorver a espuma de um fino? Podia, mas não era a mesma coisa:) 

Terça parti de Leça, passei pelo famoso Cabo do Mundo (!) que fica logo ao lado do Paraíso(?!) e fui até ao Funtão. Há muitos arruamentos em obras, em plena preparação para a época balnear, paralelos soltos eram mato. É como treinar nos trilhos :)


(Prevê-se aguaceiro do bom, amanhã no 1º Trail do Castelo de Abrantes... o treino tem sido miserável, à luta com bolhas nos pés, estou a ver que só mesmo um bom arrefecimento líquido poderá ajudar a diluir os 35 kms! Pergunto-me quem é que vai subir as escadas da oficina na segunda-feira por mim...?:))

Já me enviaram o dorsal (as pessoas de Abrantes são conhecidas pela sua eficiência!:)) :



quarta-feira, 27 de abril de 2011

a correr para o emprego

O PortoOnTheRun é das melhores ideias de negócio que encontrei nos últimos tempos. Não é nova, basta ligar o motor de busca e encontramos city running tours, global running tours, mike's sightRunning tours, Madrid Sightrunning tours, PragaOnTheRun tours, o DiaboAquatro runningTours, mas mesmo não sendo original e adivinhando-se pouco rentável, nada disso lhe retira o mérito de ser a primeira implementada no Porto.

Para alguns viciados que eu conheço este podia bem ser um excelente part-time! Ou mesmo um full time job de sonho...! Quando for grande hei-de fundar a minha própria empresa de ultramarathon-trail-tours-on-the-run pelas florestas nacionais :)




segunda-feira, 25 de abril de 2011

treinos

Em visita à família e aproveitando para derrubar algum excesso de proteína de borrego pascal, ataquei dois montes do Alto Alentejo 
(ou fui atacado?)


Marvão, 23 Abril
http://connect.garmin.com/activity/81464982

A Marvão subi pela calçada medieval. Nesta época as serranias tingem-se de um verde rude com pinceladas de amarelo flor de giesta. É um privilégio correr por ali, é mesmo o período do ano em que mais gosto de voltar ao 'meu' alentejo.


Serra de S. Mamede, Portalegre, 24 Abril
http://connect.garmin.com/activity/81464932

Esta deu mais luta mas soube proporcionalmente melhor! Do Monte Carvalho até 'às antenas' de S.Mamede foram pouco mais de 10km por estradas tranquilas, entre prados e vinhas, quase sempre a subir...


O regresso pelo mesmo trajecto. Com este sol, mesmo em fim de tarde, acredito que se prenuncia boa uva tinta...!!  



Agora que retomei a actividade profissional (há duas semanas), a probabilidade de me desleixar na quilometragem semanal aumentou muito... Para que tal não aconteça terei de fazer um esforço adicional: andar sempre com as sapatilhas no porta-bagagens do  carro, inscrever-me num ginásio perto do escritório, que me permita treinar no exterior  e tomar banho. Vai ser um desafio..!

Resumo das últimas 17 semanas (1Jan-24Abril)


a evitar> sobrecargas como a da semana 14> 60km treino+40km prova. O resultado foram: muitas dores na semana seguinte -a custo lá corri uns 5km- e uma recuperação a ritmo lento nas duas semanas seguintes... Para Abrantes falta pouco mais de uma semana, procurarei fazer um treino longo no fim de semana e 2 ou 3 mais curtos nos dias úteis antes da prova. Se me conseguir controlar... ;))

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Trilhos de Almourol 2011

Definitivamente: sou um maçarico nesta 'movida' do trail. Quando me inscrevi nos 35km, nos idos de Janeiro, pensei  'se já corri 42 em plano... se são menos km e mais ar puro... mais tropeção menos arbusto, hei-de me desenrascar para terminar aquilo!'



Mas tal como seria expectável, uma prova organizada por portugueses residentes em terra de fenómenos implica surpresas. A primeira, logo no website a poucos dias da prova - 3 km extra - "alterámos o percurso para eliminar troços em alcatrão, incluindo novos trilhos". Terminei aquilo, marcava a geringonça do gps 40,6 km! As minhas pernas, mal preparadas psicologicamente, ainda me doem bastante hoje, três dias passados...

Enfim, a vida é feita disto: dureza e imprevistos (quilométricos neste caso!). Este foi um empeno como deve ser e lá aprendi umas coisas! :)



Elogios (muitos) > à organização pelos transportes, pela marcação dos trilhos e locais de perigo bem assinalados (o pormenor da corda numa barreira a pique, bem pensado!), pelos troços bem imaginados e limpos em vegetação densa (lindos, junto ao Zêzere e ao Nabão!), pelo esforço de coordenação com as várias entidades (ex.:a ponte móvel instalada pelos militares), os abastecimentos (vi lá umas minis ou estarei equivocado...!!? :)), a simpatia do staff...! Somando: uma magnífica manhã de trail no Ribatejo!

Photobucket

Selecção de fotos aqui > slideshow <. Autoria das fotos: Joaquim Adelino, José Brito, Catarina Santos, Pedro Neves, Fernando Cerdeira, Henrique Narciso.


Filme da passagem pelo Nabão: Jorge Serrazina

   

Como disse o presidente do CLAC em entrevista ao som da banda "o pessoal está um bocadinho farto da estrada e procura fazer percursos (...) de ligação com a natureza". E tem muita razão! Eu já agendei a próxima tareia: 7 Maio em Abrantes!!

segunda-feira, 21 de março de 2011

eu baldei-me

(é verdade...vergonhosamente...) mas eles foram! O cardume está a crescer!

Os 'Carapaus de Corrida' que estiveram na Meia Maratona de Lisboa:

quarta-feira, 16 de março de 2011

rota dos miradouros

 Tinha 1h30 para o treino e resolvi fazê-lo entre pontes. Esta é uma paisagem urbana de que é difícil alguém cansar-se :) O troço que mais gostei foi a subida à serra do Pilar, cruzando a ponte D.Luiz I pelo tabuleiro do Metro, passando pela Sé e logo a descida para o Cais da Ribeira por umas ruas estreitas e escadarias junto à muralha primitiva. Muito muito giro! A repetir e/ou a inserir noutro percurso, já que gostava de explorar outras ruas do centro histórico acima do Cais, bem como o passeio das Fontaínhas... :)

As fotos (possíveis) do tlm:

segunda-feira, 14 de março de 2011

cá está o tipo....

...que dizia que não fazia btt no Inverno porque "ah e tal a lama"... Assim que o apanharam no Sardoal, bem que o castigaram.... :)

Nem o Marco Chagas se ficou a rir...   :) :)
Aqui e aqui existem fotos.  Eu decidi que vou arrumar os sapatos de encaixe por mais uns tempos!!! :)